Antes vejamos um assunto que diz respeito como foi arquitetado as Grandes Guerras!
Albert Pike nasceu em 29 de dezembro de 1809 e era o
filho mais velho de seis irmãos do casal Benjamin e Sarah Andrews
Pike.
Antes de avançarmos no nosso estudo, vamos aprender alguns fatos biográficos sobre Albert Pike.
- Era reconhecidamente um gênio;
- Falava 16 idiomas fluentemente;
- Formou-se pela Universidade de Harvard;
- Alcançou a patente de General-de-Brigada do Exército Confederado na Guerra Civil;
- Conhecia perfeitamente o sistema ocultista judaico, a Cabala, o sistema fundamental da Nova Ordem Mundial.
O que ele viu durante o tempo em que passo na maçonaria?
A singularidade da carta reside no facto de, no texto, Albert Pike
dar referências e indicações sobre o desenvolvimento adequado para
alcançar os objectivos dos Illuminati: o desencadear de três guerras
mundiais capazes de proporcionar uma nova ordem mundial que terá como
resultado o fim da concepção do mundo baseada no pluralismo e na
democracia. Vejamos como planeavam os Illuminati fazer estalar esses
três terríveis conflitos.
1º Guerra Mundial
Oficialmente, o conflito em si mesmo iniciou-se a 28 de Julho de 1914.
Aparentemente, era apenas um simples confronto entre o Império
Austro-Húngaro e a Sérvia, mas acabou por se tornar uma contenda em que
participaram trinta e duas nações. Deve destacar-se, que entre elas, o
Reino Unido, a França, a Itália, os EUA e a Rússia, designadas por
«Potências Aliadas», lutaram contra uma coligação dos denominados
impérios centrais que congregavam, entre outros, a Alemanha, a
Austro-Hungria, o Império Otomano e a Bulgária. A guerra terminou em
1918. Além do tremendo número de mortes resultante do conflito, implicou
um «reordenamento territorial».
Vejamos quais eram os objectivos dos Illuminati relativamente a esta
contenda. Numa passagem da carta, escrita em 1871, quarenta e três anos
antes da primeira grande disputa mundial, podemos ler:
[…] A Primeira Guerra Mundial deverá ocorrer para possibilitar aos
iluminados derrubar o poder dos czares na Rússia e transformar este país
na fortaleza do comunismo ateu.
As divergências provocadas pelos agentes dos Iluminados entre os
impérios britânico e alemão, e também a luta entre o pangermanismo e
paneslavismo, devem ser aproveitadas para fomentar esta guerra.
Uma vez concluída, deverá instaurar o comunismo e utilizá-lo para destruir outros governos e debilitar as religiões […]
O texto era no mínimo profético. Em Março de 1917, a Revolução Russa
implicou a abdicação do czar Nicolau II. O comunismo despertava já no
seu berço. À margem desse evento, a guerra serviu para desagregar em boa
parte o pangermanismo, a doutrina que defendia a união e a supremacia
dos povos de origem germânica. O termo da Primeira Guerra Mundial levou a
Alemanha a ceder parte do seu território à Bélgica, à Checoslováquia, à
Dinamarca, à França e à Polónia. Por seu lado, o pan-eslavismo, uma
tendência política que ambicionava a confederação de todos os povos de
origem eslava, também foi afectado.
2º Guerra Mundial
Se a descrição dos planos da primeira contenda já era surpreendente, o
mesmo acontece com a chamada Segunda Guerra Mundial, que estalou em
1939. A princípio foi um confronto bélico entre a Alemanha e uma
coligação constituída pela França e pelo Reino Unido, que acabou por
envolver quase meio mundo.
O que no começo era uma guerra europeia, mobilizou também os Estados
Unidos e a então União Soviética, acabando por chegar à Ásia e à África.
O conflito só terminaria em 1945, tendo como resultado a criação, a
partir desse momento, de uma primeira «nova ordem mundial» dominada pelo
bloco da antiga URSS, por um lado, e pelos Estados Unidos, do outro.
Ambas as potências, apoiadas pelos seus países-satélites e aliados,
depressa entraram numa prolongada «guerra-fria».
Voltando às cartas «proféticas» de Pike, este descrevia a necessidade e objectivos do conflito 68 anos antes de este ter lugar.
[…] Deverá ser fomentada a Segunda Guerra Mundial aproveitando as discrepâncias entre os fascistas e os políticos sionistas.
A luta deverá iniciar-se para destruir o nazismo e incrementar o
sionismo político, de forma a permitir o estabelecimento do Estado
soberano de Israel na Palestina.
Durante a Segunda Guerra Mundial deverá ser estabelecida uma
Internacional Comunista suficientemente robusta para se equiparar a todo
o conjunto cristão. Deverá conter-se e conservar-se neste ponto, para o
dia em que venha a ser necessária para o cataclismo social final […]
A Segunda Guerra Mundial determinou o fim do nazismo e, obviamente, a
criação do estado de Israel, que foi declarado nação independente a 14
de Maio de 1948.
Nos finais do século XIX, o número de judeus na Palestina era quase
simbólico: estima-se que em 1845 existiam cerca de 12000, enquanto em
1914 o seu número chegou aos 85000. Após a Primeira Guerra Mundial, o
«mandato da Palestina» aprovado pela ONU (que na altura tinha o nome de
Sociedade das Nações), encarregou o Reino Unido da gestão política do
território e a preparação do que seria o futuro Estado de Israel.
Os Britânicos dominaram a zona até 1948 e a comunidade judaica
multiplicou-se por dez, sobretudo a partir de 1930, em consequência da
perseguição a que foi submetida na Alemanha nazi. Em 1947, a situação do
Reino Unido saído da guerra era tão precária que foi necessário
renunciar a certos privilégios sobre as terras da Palestina. Em
consequência, os Britânicos decidiram aconselhar-se junto da comunidade
internacional e, em sessão especial, obtiveram a resposta. Assim, a 29
de Novembro de 1947, a Organização das Nações Unidas aprovou um plano de
partilha que prevê dividir a Palestina num Estado árabe e noutro judeu,
com Jerusalém como zona internacional sob jurisdição da ONU.
Outro dos objectivos indicados na carta de Pike era estabelecer um
poderoso cenário comunista. A Primeira Guerra Mundial determinou a queda
dos czares e, a partir da Segunda Guerra Mundial, assiste-se à expansão
da antiga URSS.
O Futuro
Porém, a última grande contenda do projecto Illuminati ainda não se
iniciou. Não existe uma data clara que determine o desencadear de um
conflito bélico à escala planetária, mas, a 11 de Setembro de 1990,
George Bush (pai) falou da necessidade de criar uma nova ordem mundial.
Estas declarações tiveram lugar pouco antes de denominada primeira
Guerra do Golfo.
Outra data plausível para situar a Terceira Guerra Mundial no calendário
é a de 11 de Setembro de 2001, com o atentado contra as Torres Gémeas
de Nova Iorque. D facto, muitos títulos da imprensa avançaram com a
expressão Terceira Guerra Mundial no momento de explicar o que estava a
acontecer. Não sabemos se a invasão do Afeganistão, os atentados contra
as torres e o conflito entre Israel e a Palestina constituem parte desta
Terceira Guerra Mundial. O certo é que o contexto político corresponde
em grande medida ao que Pike escreveu em 1871:
[…] A Terceira Guerra Mundial deverá ser fomentada através do
aproveitamento dos diferendos promovidos pelos agentes dos Iluminados
entre o sionismo político e os dirigentes do mundo muçulmano. A guerra
deve ser orientada de tal forma que o Islão e o sionismo político se
destruam mutuamente, enquanto outras nações se vêem obrigadas a entrar
na luta, até ao ponto de se esgotarem física, mental, espiritual e
economicamente […]
Se não dispuséssemos da perspectiva que o tempo nos dá, poderíamos pensar que se trata de elucubrações de urdidores de conspirações messiânicas ou proféticas.
Fonte: www.espda.eti.br,





Nenhum comentário:
Postar um comentário