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sexta-feira, 8 de março de 2013

Iluminatis nas Guerras Mundiais

Antes vejamos um assunto que diz respeito como foi arquitetado as Grandes Guerras!
  
 Albert Pike nasceu em 29 de dezembro de 1809 e era o filho mais velho de seis irmãos do casal Benjamin e Sarah Andrews Pike.
Antes de avançarmos no nosso estudo, vamos aprender alguns fatos biográficos sobre Albert Pike. 
  • Era reconhecidamente um gênio;
  • Falava 16 idiomas fluentemente;
  • Formou-se pela Universidade de Harvard;
  • Alcançou a patente de General-de-Brigada do Exército Confederado na Guerra Civil;
  • Conhecia perfeitamente o sistema ocultista judaico, a Cabala, o sistema fundamental da Nova Ordem Mundial.
 O que ele viu durante o tempo em que passo na maçonaria?

 A singularidade da carta reside no facto de, no texto, Albert Pike dar referências e indicações sobre o desenvolvimento adequado para alcançar os objectivos dos Illuminati: o desencadear de três guerras mundiais capazes de proporcionar uma nova ordem mundial que terá como resultado o fim da concepção do mundo baseada no pluralismo e na democracia. Vejamos como planeavam os Illuminati fazer estalar esses três terríveis conflitos.
Guerra Mundial
Oficialmente, o conflito em si mesmo iniciou-se a 28 de Julho de 1914. Aparentemente, era apenas um simples confronto entre o Império Austro-Húngaro e a Sérvia, mas acabou por se tornar uma contenda em que participaram trinta e duas nações. Deve destacar-se, que entre elas, o Reino Unido, a França, a Itália, os EUA e a Rússia, designadas por «Potências Aliadas», lutaram contra uma coligação dos denominados impérios centrais que congregavam, entre outros, a Alemanha, a Austro-Hungria, o Império Otomano e a Bulgária. A guerra terminou em 1918. Além do tremendo número de mortes resultante do conflito, implicou um «reordenamento territorial».



Vejamos quais eram os objectivos dos Illuminati relativamente a esta contenda. Numa passagem da carta, escrita em 1871, quarenta e três anos antes da primeira grande disputa mundial, podemos ler:



[…] A Primeira Guerra Mundial deverá ocorrer para possibilitar aos iluminados derrubar o poder dos czares na Rússia e transformar este país na fortaleza do comunismo ateu.



As divergências provocadas pelos agentes dos Iluminados entre os impérios britânico e alemão, e também a luta entre o pangermanismo e paneslavismo, devem ser aproveitadas para fomentar esta guerra.



Uma vez concluída, deverá instaurar o comunismo e utilizá-lo para destruir outros governos e debilitar as religiões […]



O texto era no mínimo profético. Em Março de 1917, a Revolução Russa implicou a abdicação do czar Nicolau II. O comunismo despertava já no seu berço. À margem desse evento, a guerra serviu para desagregar em boa parte o pangermanismo, a doutrina que defendia a união e a supremacia dos povos de origem germânica. O termo da Primeira Guerra Mundial levou a Alemanha a ceder parte do seu território à Bélgica, à Checoslováquia, à Dinamarca, à França e à Polónia. Por seu lado, o pan-eslavismo, uma tendência política que ambicionava a confederação de todos os povos de origem eslava, também foi afectado.
2º Guerra Mundial
Se a descrição dos planos da primeira contenda já era surpreendente, o mesmo acontece com a chamada Segunda Guerra Mundial, que estalou em 1939. A princípio foi um confronto bélico entre a Alemanha e uma coligação constituída pela França e pelo Reino Unido, que acabou por envolver quase meio mundo.



O que no começo era uma guerra europeia, mobilizou também os Estados Unidos e a então União Soviética, acabando por chegar à Ásia e à África. O conflito só terminaria em 1945, tendo como resultado a criação, a partir desse momento, de uma primeira «nova ordem mundial» dominada pelo bloco da antiga URSS, por um lado, e pelos Estados Unidos, do outro. Ambas as potências, apoiadas pelos seus países-satélites e aliados, depressa entraram numa prolongada «guerra-fria».



Voltando às cartas «proféticas» de Pike, este descrevia a necessidade e objectivos do conflito 68 anos antes de este ter lugar.



[…] Deverá ser fomentada a Segunda Guerra Mundial aproveitando as discrepâncias entre os fascistas e os políticos sionistas.



A luta deverá iniciar-se para destruir o nazismo e incrementar o sionismo político, de forma a permitir o estabelecimento do Estado soberano de Israel na Palestina.



Durante a Segunda Guerra Mundial deverá ser estabelecida uma Internacional Comunista suficientemente robusta para se equiparar a todo o conjunto cristão. Deverá conter-se e conservar-se neste ponto, para o dia em que venha a ser necessária para o cataclismo social final […]



A Segunda Guerra Mundial determinou o fim do nazismo e, obviamente, a criação do estado de Israel, que foi declarado nação independente a 14 de Maio de 1948.



Nos finais do século XIX, o número de judeus na Palestina era quase simbólico: estima-se que em 1845 existiam cerca de 12000, enquanto em 1914 o seu número chegou aos 85000. Após a Primeira Guerra Mundial, o «mandato da Palestina» aprovado pela ONU (que na altura tinha o nome de Sociedade das Nações), encarregou o Reino Unido da gestão política do território e a preparação do que seria o futuro Estado de Israel.



Os Britânicos dominaram a zona até 1948 e a comunidade judaica multiplicou-se por dez, sobretudo a partir de 1930, em consequência da perseguição a que foi submetida na Alemanha nazi. Em 1947, a situação do Reino Unido saído da guerra era tão precária que foi necessário renunciar a certos privilégios sobre as terras da Palestina. Em consequência, os Britânicos decidiram aconselhar-se junto da comunidade internacional e, em sessão especial, obtiveram a resposta. Assim, a 29 de Novembro de 1947, a Organização das Nações Unidas aprovou um plano de partilha que prevê dividir a Palestina num Estado árabe e noutro judeu, com Jerusalém como zona internacional sob jurisdição da ONU.



Outro dos objectivos indicados na carta de Pike era estabelecer um poderoso cenário comunista. A Primeira Guerra Mundial determinou a queda dos czares e, a partir da Segunda Guerra Mundial, assiste-se à expansão da antiga URSS.
  O Futuro
Porém, a última grande contenda do projecto Illuminati ainda não se iniciou. Não existe uma data clara que determine o desencadear de um conflito bélico à escala planetária, mas, a 11 de Setembro de 1990, George Bush (pai) falou da necessidade de criar uma nova ordem mundial. Estas declarações tiveram lugar pouco antes de denominada primeira Guerra do Golfo.



Outra data plausível para situar a Terceira Guerra Mundial no calendário é a de 11 de Setembro de 2001, com o atentado contra as Torres Gémeas de Nova Iorque. D facto, muitos títulos da imprensa avançaram com a expressão Terceira Guerra Mundial no momento de explicar o que estava a acontecer. Não sabemos se a invasão do Afeganistão, os atentados contra as torres e o conflito entre Israel e a Palestina constituem parte desta Terceira Guerra Mundial. O certo é que o contexto político corresponde em grande medida ao que Pike escreveu em 1871:



[…] A Terceira Guerra Mundial deverá ser fomentada através do aproveitamento dos diferendos promovidos pelos agentes dos Iluminados entre o sionismo político e os dirigentes do mundo muçulmano. A guerra deve ser orientada de tal forma que o Islão e o sionismo político se destruam mutuamente, enquanto outras nações se vêem obrigadas a entrar na luta, até ao ponto de se esgotarem física, mental, espiritual e economicamente […]


 Como seria este ESGOTAMENTO  FÍSICO, MENTAL, ESPIRITUAL E ECONOMICO NACIONAL?




 Se não dispuséssemos da perspectiva que o tempo nos dá, poderíamos pensar que se trata de elucubrações de urdidores de conspirações messiânicas ou proféticas.

Fonte: www.espda.eti.br, 

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